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Salões de Paris by Marcel Proust, Carambaia

Contributed by Tereza Bettinardi on Nov 4th, 2016. Artwork published in .
    Salões de Paris by Marcel Proust, Carambaia 1
    Photo: Tereza Bettinardi. License: All Rights Reserved. Artwork by Tereza Bettinardi.

    Before becoming the renowned author, Marcel Proust wrote worldly chronicles in several newspapers and magazines describing the salons of the upper bourgeoisie, providing him with copious material for In Search of Lost Time. Twenty-one chronicles from Parisian newspapers and short-lived magazines were specially selected for the Brazilian edition titled Salões de Paris. The idea was to honour and bring back the belle epoque atmosphere through a fully ornamented cover. Bodonian binding was used to make it easier to open and the gilding edges were also meant to assure book preservation. In contrast to the outside, the internal pages were designed to be the most silent as possible.

    Salões de Paris by Marcel Proust, Carambaia 2
    Photo: Tereza Bettinardi. License: All Rights Reserved. Artwork by Tereza Bettinardi.
    Salões de Paris by Marcel Proust, Carambaia 3
    Photo: Tereza Bettinardi. License: All Rights Reserved. Artwork by Tereza Bettinardi.
    Salões de Paris by Marcel Proust, Carambaia 4
    Photo: Tereza Bettinardi. License: All Rights Reserved. Artwork by Tereza Bettinardi.
    Salões de Paris by Marcel Proust, Carambaia 5
    Photo: Tereza Bettinardi. License: All Rights Reserved. Artwork by Tereza Bettinardi.
    Salões de Paris by Marcel Proust, Carambaia 6
    Photo: Tereza Bettinardi. License: All Rights Reserved. Artwork by Tereza Bettinardi.
    Salões de Paris by Marcel Proust, Carambaia 7
    Photo: Tereza Bettinardi. License: All Rights Reserved. Artwork by Tereza Bettinardi.
    Salões de Paris by Marcel Proust, Carambaia 8
    Photo: Tereza Bettinardi. License: All Rights Reserved. Artwork by Tereza Bettinardi.

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    4 Comments on “Salões de Paris by Marcel Proust, Carambaia”

    1. Scott Moncrieff says:
      Sep 15th, 2021 8:18 pm

      Um autor clássico nessa composição de texto horrorosa. Por que não usar um estilo tradicional? Uma fonte levemente mais tradicional? Nada mais estranho que ler Proust nesses ares ultramodernos. A capa, o projeto gráfico: maravilhosos. Mas quanto à composição de texto: um pecado, um sacrilégio, provavelmente porque se quisesse render umas páginas. Os textos de Proust são das décadas de 1900–1910, e essa editora, que sabe reconhecer a tipografia de cada época (é admirável essa marca em outros trabalhos), em prol de não sei o quê, resolve abandonar o 'formato’ clássico para aludir, pobremente, à modernidade em que se insere Proust, aos 'salões’, como se Proust fosse devoto dos salões e não estivesse realizando um estudo para sua obra vindoura, à qual, aliás, pertencem alguns textos desta coletânea. É pena, pois se trata de um livro de luxo – e apesar de todas as implicâncias desse autor para o gênero romance, sabidamente modernista, talvez melhor aproximação se realizasse pela moldura artística da época. Ora, pois não há momento mais belo na França: Art-nouveau, impressionismo e outras vanguardas. É pena, é pena. Aliás, se se trata de publicações num jornal, por que não optar, realmente, pelas tipografias em voga? Didot, Century… Mas não, saiu essa Antwerp, que não tem absolutamente nada a ver com a tecnologia da época.

      À parte isso, excelente trabalho.

    2. Tereza Bettinardi says:
      Sep 17th, 2021 12:20 am

      Que pena ter o pensamento (obtuso) de que um texto precisa estar preso à época em que ele foi escrito. À parte disso, comentário lido.

    3. For everyone who doesn’t read Portuguese (like me):

      Via machine translation, I get that Scott thinks this work is excellent, especially the cover. However, he’s not happy with the choice of Arnhem as the text typeface in the book’s interior, as it “has absolutely nothing to do with the technology of the time”, i.e. the first decades of the 20th century, when Proust wrote these texts. Scott would have preferred “a slightly more traditional typeface, used in a traditional way. Nothing stranger than reading Proust in these ultramodern airs.”

      Tereza doesn’t agree: “What a bummer to have the (obtuse) view that a text needs to stick to the period it was written in.”

    4. I fully agree with Tereza. How sad if we had to score every Jane Austen drama with Beethoven or Thomas Moore or whatever else was popular in 1800.

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